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Mostrando postagens de Fevereiro, 2015

passagens (pelo funil)

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passagens (pelo funil)



Já tem uns tempos,
o zé mané garantia que, escorado,
dava para ir até a biguinha,
seu velho caminho
da rua do cemitério ao campo.
Às vezes caía de cara
no córrego do canto,
ou voltava, no frio, descalço dum pé.
Cadê o chinelo, zé? - Afastou...