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Mostrando postagens de Março, 2015

poemas da Célia do Funil

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Não venha homem penetrar-me ainda seca
Não deite sobre mim sem antes considerar
Nuca, olhos, boca, seios, face
Brinque comigo, belisque, mexa, puxe, vire, rode
Beije beije beije beije tudo, beba, deixe escorrer
Lambuze, cheire, olhe, lamba
E entre escorregando.







borboleta esfarrapada
Olho a sua boca, macia, dá vontade de beijar... … e você derrama os olhos sobre mim como a cheia lua refletida no mar... Manteiga de prata...
Borboleta esparramada...









Célia Vaz (de uma seleção da própria autora)