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Mostrando postagens de Julho, 2016

canteiro julho 2016

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canteiro, julho de 2016


só de uma coisa tenho certeza: o homem continua ruim a sociabilidade é só o grande medo sentido pelos mais fracos a globalização não difundiu boas ideias e práticas apenas fomentou a xenofobia e a intolerância multiplicou lucros de grandes corporações mundiais (só na índia, há novecentos milhões de celulares ativos) e distanciou ainda mais os poucos muito ricos dos muitos muito pobres
o brasileiro é dos piores faltam oportunidades, somente para que a maioria, que está fora da corrupção seja também corrupta basta dinheiro para ser bajulado, invejado e até amado não importando se a procedência é suja
o capitalismo, filho economista do egoísmo humano precisa que muitos ganhem pouco para que se somem muitos lucros é matemática, não há outro jeito nada se cria do nada, tudo se transforma por isso, o mais bonito e sublime esse tempo terrestre (qualquer outro, queiramos ou não, não é assegurado que me desculpem os que têm crenças) é trocado barato por trabalho para subsistir

talvez, os coletor…

desenhos no taio

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desenhos do taio
mandei outro livro para a editora com ilustrações nas aberturas das oito partes cinco de autoria do saudoso kareca do acervo do nosso jornal desativado o deus tá vendo
assim que decidi incluí-las pensei que o kareca, onde estiver pudesse ficar incomodado com o uso de sua obra...
depois pensei que o kareca não era fresco nem mesquinho - nem assinava suas obras achei que era besteira minha mantive os desenhos no livro
não por coincidência, no domingo seguinte tomando um café na padaria leal antes de ir para minha pelada no coroados encontrei um frequentador da lendária oficina que fez questão de entrar na padaria me cumprimentar e dizer que sente saudades daquela época boa (garantiu que aprendia muito com nossas conversas boas com tudo o que ocorria na oficina)
ontem, terça, no supermercado encontrei o serginho que me disse que está sumido porque está em resende e a dona maria dois antigos moradores vizinhos da saudosa oficina e os dois ficaram felizes enquanto conversávamos na fila do caixa rápido - p…

economia doméstica

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economia doméstica

era uma quarta saí do cartório e passei no bramil precisava comprar pão de forma água, manteiga, miojo... para manter a casa confortável longe dessa gente doida por um desentendimento
contornei a praça atrás de uma caminhonete pude ver que havia duas vagas uma ao lado da outra no passeio-estacionamento dei seta e aguardei enquanto a caminhonete estacionava
quando ameacei entrar na vaga reparei que a caminhonete ocupara uns 40cm da minha vaga se eu conseguisse entrar não conseguiria abrir a porta e sair do carro
abaixei a testa sobre o volante: lá em casa tem ainda manteiga e água para um dia miojo é só para emergências (preguiça) e pão de forma não faz falta: faço pão dormido na chapa
levantei a cabeça, vi pelo retrovisor que não havia carro atrás de mim desfiz (desdei) a seta deixei para quinta e curti mais uma boa noite de carinho, tranquilidade e descanso
mais um dia sem desentendimentos.
04.07.2016