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Mostrando postagens de Abril, 2017

curta as influências

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curta as influências
em abril de dois mil e quinze compus a ‘marchinha do buruca’ que começa com os versos ‘ô dida, ô dida cadê o meu anel de marcassita?’
mostrei ao maior compositor vivo de marchinhas felipe guaraná que logo me apontou a grande semelhança entre a melodia dessa parte e a de ‘mamâe, eu quero mamar’...
não vou lançá-la mesmo continuou valendo para mim
o que estou dizendo é que as influências são inevitáveis se você leu algo e concordou se encantou com uma música se gostou de novas ideias de bons pensadores é natural que isso passe a fazer parte de você que veja as coisas sob esse prisma eternamente ajustável
o que é a opinião senão a conclusão a que se chega a partir de seus conceitos e de sua interpretação magnificamente mutantes?
o que você é você aprendeu e aprende com outros até sentimentos sou flamenguista apaixonado mas se meu pai fosse bangu eu seria banguense roxo é um processo inexorável
eu digo que poesia tem nada haver (e não ‘a ver’) porque o fato da ideia do nada existir gera esse vazio no co…